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Precious

21/01/2010

Precious é um filme dirigido por Lee Daniels, escrito por Geoffrey Fletcher , baseado no romance de Sapphire.

Estamos acostumados a assisitir obras nacionais que retratam a pobreza e o mundo cão. Quando esse tipo de enredo é utilizado em filmes de Hollywood, normalmente exploram a vida nos guetos, bairros pobres e as famosas guerras entre gangs. Aqui o foco é a vida de  Precious (Gabourey Sidibe), personagem que dá nome ao filme. Adolescente, negra, muito obesa, pobre, moradora do Harlem (bairro do suburbío de Manhattam), grávida do segundo filho e com uma família terrivelmente destruturada.

O filme não tem um enredo incrível, simplesmente retrata o quanto pode ser sofrível a vida quando a junção de vários problemas se concentram em uma única pessoa. Precious vive à margem de qualquer possibilidade de ser feliz. Sua rotina resume-se a frequentar uma escola repleta de colegas desinteressados, na qual é tratada como uma aberração e o convívio com sua mãe, Mary, uma mulher sádica, vadia, acomodada e agressiva, magistralmente interpretada por Mo’Nique. Este trabalho deu à atriz o Globo de Ouro deste ano de melhor atriz coadjuvante. Não duvido que também leve o Oscar. Realmente uma das melhores interpretações que já vi.

Enquanto passa por todos os tipos de privações e humilhações, Precious muitas vezes se imagina vivenciando momentos sonhados por qualquer menina de sua idade, como uma vida de celebridade, ou sendo assediada pelos garotos de sua idade. Infelizmente seus pensamentos esfarelam-se diante da dura realidade.

O enredo não direciona para uma grande reviravolta. Não espere um final emocionante retratando a grande vitória de uma pessoa que veio do nada. Precious é realista, triste, forte e mostra a luta de uma pessoa devastada por uma vida de sofrimento e que tenta de forma desesperada torná-la menos pior, através do  estudo e do apoio de pessoas boas que encontra pelo caminho, como a professora Rain interpretada pela belíssima Paula Patton, a assistente social Mrs. Weiss, com Mariah Carey irreconhecível no papel, tanto na aparência quanto na supreendente ótima interpretação e do enfermeiro John, composto por Lenny Kravitz, também mostrando-se ótimo ator.

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Se beber, não case (The Hangover)

20/01/2010

“Alguns caras não aguentam Vegas”

The Hangover ganhou merecidamente o prêmio de melhor comédia, no Globo de Ouro 2010. Tive a oportunidade de assistí-lo essa semana e ressalto que há muito tempo não me divertia tanto com um filme.

A história gira em torno de um grupo de amigos que viajam para Las Vegas, a famosa “cidade do pecado”, a fim de realizarem a despedida de solteiro de: Doug. Phil, Stu e Alan, mais o futuro “homem sério” formam uma turma da pesada que aprontam coisas inimagináveis na terra dos cassinos.

Após a fase inicial, onde temos a apresentação dos personagens, os fatos desenrolam-se de forma muito inteligente. Já em Las Vegas, os caras acordam na suíte do hotel, sem lembrar absolutamente de nada que ocorreu durante a noite. O quarto está revirado, móveis queimados, Stu sem dois dentes, um bebê no armário e um tigre (isso mesmo) no banheiro. E o pior de tudo: Doug, o futuro marido, desaparecido.

Juntando as peças através das pistas deixadas na suíte, os amigos partem em busca de Doug, com o tempo limitado e enfrentando uma série de eventos que vão apresentando-se de forma hilária e coerente (para uma comédia, claro). Não dá para falar muito para não estragar as surpresas, mas dá para adiantar que os caras  roubaram uma viatura policial, meteram-se com a máfia chinesa e vocês não vão acreditar quem é o dono do tigre do banheiro ! Fechando com chave de ouro, o filme guarda para última cena a parte mais engraçada de todas.

Destaque especial para o ator Zach Galifianakis, que interpreta Alan, o cunhado tosco e burro de Doug. O típico mané que está na turma para atrapalhar, mas que numa comédia como essa é o personagem que dá o tom e direciona todos os acontecimentos.

É um filme divertidíssimo, uma comédia que você não pode perder. Prepare-se para rir muito !

IMDB

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Filme: “500 days os Summer”.

03/12/2009

(500) Days of Summer (br: (500) Dias Com Ela) é um filme dirigido por Marc Webb, produzido por Mark Waters, e estrelado por Joseph Gordon-Levitt e Zooey Deschanel.  É uma dessas produções cujo título deixa de ter sua razão quando tentam fazer sua tradução para o idioma local. Vou adiantar o porquê: a tradução literal seria “500 dias de verão”, mas neste caso, o verão (Summer) é o nome da  garota protagonista do filme. Então temos que abrir mão de uma chamada inteligente para engolir esse péssimo “500 dias com ela”.

Tom Hansen é um arquiteto que não pôde seguir a formação por necessidade e torna-se um escritor de cartões comemorativos. Leva uma vida patética e com o sonho romântico de achar que a felicidade está a sua espera num relacionamento com a mulher ideal. Até que conhece Summer Finn. Com táticas de aproximação típicas de um homem completamente inseguro e  que afastariam  qualquer mulher, Tom surpreendentemente consegue sua atenção e começam um relacionamento.  Summer, apesar de meiga e atenciosa, é uma mulher insegura com relação aos seus sentimentos e deixa bem claro que não quer um compromisso. O filme conta toda a história do casal através de uma linha temporal embaralhada. Mostra cenas do início, do meio e do final da relação sem obedecer a ordem cronológica. A edição ficou excelente e no faz comparar imediatamente o estado de espírito dos personagens em diversos momentos de sua história. Tom passa 500 dias com Summer ocupando cada espaço de sua rotina e de seus pensamentos: se apaixona perdidamente, sofre com o claro desinteresse da moça pelo compromisso e  vai do céu, quando a conquista, ao inferno, quando a perde.

O filme mostra o quanto a vida  pode tornar-se problemática quando coloca-se a possibilidade de ser feliz  na existência de outra pessoa. Tom, por ser o romântico do casal,  sofre ao perceber que seu sonho ridículo de ter a mulher “ideal” ao seu lado esfalera-se gradualmente, pois apesar de gostar muito do rapaz, Summer não consegue amá-lo.

Spoiler: no final, Tom conhece uma mulher chamada Autumn e surpreende-se com seu nome, que significa Outono. Nas legenda que li não houve a preocupação em colocar um parênteses com a tradução. Se a pessoa não tiver o conhecimento mínimo do inglês, perde a excelente tirada.

Lendo até aqui, dá a impressão de ser  um filme triste e  depressivo. Engano. “500 days of Summer” é divertido, leve, muito engraçado e ratifica a verdade de que a felicidade está sempre  em nossas mãos.

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Filme – O Exorcismo de Emily Rose

02/12/2009

Fazia tempo que não via um bom filme de terror. Indicado por uma amiga, assisti a “O Exorcismo de Emily Rose”, novidade para mim, apesar de ser uma produção de 2005.

Baseado em fatos reais, conta a história do julgamento de Padre Moore, que é acusado de homicídio por negligência, após a realização do exorcismo na jovem Emily. Erin Bruner é a advogada de uma firma contratada pela Igreja para defender o sacerdote e que, apesar de todo o seu ceticismo (inicial), é obrigada a apelar para os fatos que realmente ocorreram durante os fatídicos dias de possessão da menina, relatados em forma de flashback pelos personagens envolvidos no ritual.

Ethan Thomas é o promotor que tenta a todo custo convencer o juri que o padre é responsável direto pela morte. Segundo sua linha de acusação alega que o mesmo impediu Emily de prosseguir seu tratamento contra suposta eplepsia e psicose. Irônico o fato de que Thomas é uma pessoa que acredita em Deus e na Bíblia, mas consegue separar com convicção suas crenças do que deve ser analisado no tribunal: Fatos concretos.

Mas como estou falando de um filme de terror, a melhor parte realmente fica para a história de Emily Rose, uma garota de 19 anos do interior que, ao iniciar os estudos na universidade, é possuída por seis entidades malígnas ao mesmo tempo. As cenas de possessão são de incrível realismo. Deve ser muito difícil para um ator/atriz interpretar esse tipo de papel, pois apesar dos efeitos especiais e maquiagem, o que realmente convence a platéia é uma boa interpretação. E  Jennifer Carpenter está excelente  no papel.

Não há como não  comparar com o clássico “O Exorcista” , de 1973, filme que revolucionou ao abordar de forma inédita este tema. Uma obra-prima do terror, que apesar de uma história simples, assustou muita gente na época com linguagem forte e efeitos especiais inovadores. Em “O Exorcismo de Emily Rose”, com uma linguagem cinematográfica moderna, as cenas são obviamente mais realistas e igualmente chocantes.

Se você ainda não assistiu, recomendo.

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Tom Clancy’s H.A.W.K. para o iPhone/iPod Touch

01/12/2009

Leia mais aqui no Rodrigo Toledo.

ETP: é impressionante como o IPhone se consolida como uma boa alternativa de videogame portátil. Não curto muito jogar em celular, mas já se sabe o quanto os lançamentos para essa plataforma diferem dos “joguinhos” simples para outros aparelhos, tornado-se muito mais próximos em qualidade ao que se vê no Sony PSP e no Nintendo DS.

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Assassin’s Creed: Bloodlines – Análise

01/12/2009

Assassin’s Creed: Bloodlines é o primeiro jogo da franquia no PSP. Foca na história de  Altair logo após os eventos de Assassin’s Creed. Eu já  havia comentado em outro post sobre a expectativa positiva sobre este game, principalmente pelos belos vídeos até então demonstrados.

Joguei por algumas horas e posso confirmar que realmente trata-se de um belíssimo jogo, considerando-se o hardware do PSP. Os cenários não são gigantescos como nos consoles de mesa, mas mesmo assim são enormes, com regiões separadas por loading times que, de tão rápidos, não proporcionam quebra na jogabilidade.

Adaptando-se a um portátil, que exige uma jogabilidade mais fluida e com objetivos rápidos, AC: Bloodlines possui poucas atividades paralelas. Basicamente você cumpre uma missão, vai até outro ponto, recebe outra e assim segue a história. Ponto positivo. Não consigo imaginar me preocupando com milhares de coisas para fazer num jogo para portátil, que para mim sempre foi um segundo ou terceiro videogame. Os itens coletáveis estão ali, para aqueles que adoram explorar cenários e também dá para salvar donzelas e escalar torres, mas sem o exagero em quantidade da versão original.

O que matou definitivamente o jogo foi a maldita falta de um controle analógico direito. Realmente não dá para jogar algo que se propõe a percorrer um cenário aberto sem controle de câmera. O sistema de luta é muito parecido com o do AC original. Acho que perderam uma boa oprtunidade de adaptar o sitema de AC II, que está anos-luz à frente. E não há a mesma fluidez de Altair durante os deslocamentos sobre as construções, ocorrendo algumas falhas em escaladas e saltos, proporcionando quedas desnecessárias.

Se você teve a oportunidade de jogar as versões para consoles, vai ser difícil conseguir levar AC: Bloodlines a sério. Se o PSP é o seu sistema principal, é a chance de experimentar um pouco da mitologia da série Assassin’s Creed. Só não espere nada fantástico. Apenas um game para curtir.

Méida do jogo no gamerankings,  por enquanto: 6,2

Na minha opinião, merece pelo menos um 7,0.

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Assassin’s Creed 2: Análise

22/11/2009

Bem amigos, depois de muita expectativa  frente aos reviews já lançados na internet, finalmente tive a oportunidade de jogar Assassin’s Creed 2. Na verdade estou tendo o privilégio. Posso resumir o que é o jogo desta forma: obra de arte.

Todas as sugestões foram ouvidas pelos desenvolvedores da Ubisoft e sinto  até uma certa tristeza em ver o quanto o título original poderia ter sido bom. Tudo que era ótimo em AC 1 foi mantido e tudo que era ruim foi retirado ou melhorado.

Ezio Auditore di Firenze é um jovem cuja família  sofre uma traição política e tem seu pai e irmãos executados na forca. Então inicia uma saga com sede de vingança e, com a ajuda de grandes aliados, como seu tio Mario (ótimo personagem) e Leonardo Da Vinci, aprende novas  técnicas, evolui suas habilidades e adquire armas e equipamentos,  tornando-se ao longo da história o Assassino Perfeito.

Os gráficos estão espetaculares. As cidades italianas onde a história se passa estão fotorealísiticas, mantendo o excelente padrão do primeiro jogo. A jogabilidade foi aprimorada. Tive a impressão de haver  maior agilidade para escalar as construções. Os combates estão mais divertidos e com movimentos mais fluidos e variados. A possibilidade de usar as armas dos inimigos foi uma bela adição. E, ao contrário de AC 1, as missões são muito (!) variadas e divertidas. Ao invés de apenas ficar coletando informação e matando pessoas, temos perseguição, exploração de catacumbas, escolta, além das já conhecidas missões secundárias, como coleta de itens (que eu particularmente não curto muito), corridas contra o tempo, uma interessante administração da Vila (local comandado pelo tio Mario) e outras bem legais.

A história é excelente e dá vontade de acompanhá-la nos mínimos detalhes, seja no contexto do roteiro, seja nos “links” que surgem a cada nova situação, como dados históricos sobre cidades,  contruções e personagens. Tudo com excepcional cuidado, tanto no conteúdo quanto no formato que são apresentados.

Um dos assuntos mais abordados nos foruns no final de ano é especular qual será o jogo do ano. Assassin’s Creed 2 tem tudo para levar o título. É um jogo para priorizar e curtir cada minuto. Um real respeito a cada centavo investido.

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Nostalgia Gamer – Outcast

19/11/2009

Outcast é um jogo para PC lançado em 1999 pela Appeal em CD duplo. Conheço poucas pessoas que tiveram o privilégio de jogar esta obra-prima, um action RPG como poucos.

Baseado na Wikipedia:
“Num futuro próximo, o governo norte americano lança uma sonda cuja missão é trazer provas de existência de um mundo paralelo. Passados poucos meses, a experiência é considerada bem-sucedida. Mas, um pequeno detalhe acaba passando despercebido pelos cientistas: um pequeno dano na sonda causado por alguma forma de vida inteligente muda um pouco sua rota. O pequeno detalhe acaba sendo descoberto. O caos passa a tomar conta da Terra e, para complicar, um buraco negro   ameaça a existência de todos no planeta. Em meio a tanto desespero, Cutter Slade (uma espécie de Jack Bauer) é convocado, juntamente com mais três cientistas, para viajar ao novo mundo e descobrir o que está causando tantos problemas.

Atualmente não há jogos de qualidade gráfica capazes de rodar em computadores sem placas de aceleração 3D. Na epoca do lançamento, a transição entre o mundo antes e pós Placas 3D ainda estava acontecendo. Outcast colocou mais lenha na fogueira ao exibir gráficos belissimos sem o uso de tais placas.

Outcast utiliza um motor gráfico voxel, que tem como particularidade o fato de quanto maior for o detalhe de um cenário mais rápido será o jogo, o que permite construir cenários imensos, nítidos até ao horizonte e com um nível de detalhe fabuloso.

Outro aspecto digno de destaque são os efeitos especiais desenvolvidos pela Appeal. Os efeitos de fogo, da água, de zoom e de luz são simplesmente fantásticos, para aquela época.

A trilha sonora de Outcast é orquestrada, sendo produzida por  Lenny Moore e executada pela Orquestra Sinfônica de Moscou (conduzida por William Stromberg). É possível ouvir toda a trilha, colocando o segundo CD do jogo em aparelhos de som. Ainda sim, foram lançados albuns a parte, contendo a trilha sonora.”

O trabalho da Appeal foi realmente excelente. Não entendo porque esse tipo de engine não evoluiu. É extremamente poderosa mas sem a necessidade do uso de placas-de vídeo. Veja no trailer e comprove a ótima qualidade gráfica, os efeitos de partículas, fogo, água (muito bem feita !) e luzes.

Todas as vezes quando se questiona qual jogo merecia um remake, minha resposta sempre é: Outcast. Vale lembrar que foi lançado no Brasil totalmente legendado. Eu recomendo que você dê uma chance a este game. Não irá se arrepender. O considero muito melhor que o também ótimo Mass Effect, que segue um estilo parecido, com uma main quest, inúmeras side-quests, evolução das armas, história brilhante e muitos diálogos.

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Série: The Prisoner

19/11/2009

The Prisioner é um remake do seriado britânico de mesmo nome, produzido pela rede de TV americana AMC. Assisti os dois primeiros episódios, de um total de quatro, até agora exibidos. Me chamou muito a atenção o fato de termos no elenco o excelente Ian Mckellen, mais conhecido como Gandalf, ou Magneto :D e Jim Caviezel, AKA Jesus Cristo.

Tudo começa quando o personagem de Jim (número 6) acorda num grande deserto e presencia uma cena na qual um velho é perseguido por atiradores e cães. Após conseguir salvá-lo, a trama o direciona para uma região isolada chamada “A Vila”, lugarejo no qual todos os habitantes se conhecem e ao invés de nomes, são chamados por números. A cidadezinha parece uma mistura de Havana com Asa Branca (cidade do Roque Santeiro) e é comandada pelo número 2, personagem de Mckellen (ainda não sei quem é o número 1, mas desconfio).

As pessoas do lugar acreditam que A Vila é o único lugar habitado no mundo. Na verdade, até desconfiam que exitam outros lugares habitados, mas não têm a mínima  noção do que é o mundo real. Número 6 é o único que possui lembranças de uma “vida externa”, como habitante de Nova Iorque e inicia uma luta para fugir do local e convencer outras pessoas que estão presas num mundo irreal e limitador.

Li a análise do seriemanícos e confesso que, apesar de ter me deixado curioso, a série não me empolgou tanto quanto ao avalidador deles.

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Jogar on-line é sempre fundamental ?

18/11/2009

Duas notícias que li hoje que me chamaram a atenção:

fonte

“Oferta de emprego na EA indica multiplayer online para Dead Space 2

Um emprego oferecido pela Electronic Arts indica que Dead Space 2 deverá ter suporte multiplayer online. A vaga é para “designer sênior de fase online” e menciona que o interessado “deve ser capaz de trabalhar cooperativamente com diretor de criação e produtor online para criar fases multiplayer divertidas, satisfatórias e bem acabadas (…)”.
“Sony confirma que God of War III não terá modo cooperativo

Rumores circulados no site “TheSixthAxis” davam conta de que o aguardado “God of War III” teria uma nova modalidade cooperativa online para até dois jogadores. Entretanto, Eric Levine, diretor de relações públicas da Sony, negou a informação e confirmou que o título não terá qualquer adição neste sentido. (…)”

Comentário ETP: Tenho visto como esse tipo de notícia é comentada nos fóruns internet afora. Qualquer jogo, por mais simples que seja, desperta uma expectativa deseperada por modalidades on-line. Acho que existem jogos que têm  premissas que não comportan esse tipo de jogabilidade. Não dá para imaginar uma versão de God of War on-line, seja cooperativa ou não, assim como Dead Space. O que se vê normalmente é que, na intenção de atender um mercado cada vez  mais voltado ao multiplayer, as desenvolvedoras repetem sempre as mesmas modalidades, como os velhos e manjados deathmatch, team-deathmatch, capture the flag, etc. É engraçado e frustrante ler comentários que desvalorizam um ótimo game, ou diminuem uma nota num site, pela ausência do multiplayer.