Arquivo da categoria ‘games’

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Vídeo do novo Zelda 3D.

11/01/2011

Tive a oportunidade de jogar Zelda Ocarina Of Time, num emulador para PC, há muito tempo atrás. No início achei o jogo infantil demais, o que de certa forma é uma marca dos exclusivos da Nintendo. Cheguei bem perto do fim, mas uma pane no meu PC proporcionou a perda dos saves e acabei não me animando em recomeçar. Mas até onde fui, posso dizer que se justifica  a fama que ZOoT tem de ser um dos melhores jogos de todos os tempos. Agora vem por aí seu remake, em 3d, para o novo Nintendo 3DS que será lançado neste ano. Confira esse vídeo:

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Battlefield: Bad Company 2

11/06/2010

Jogo a série desde o BF:1942, no PC, passando pelos mods Desert Combat e Forgotten Hope. Depois veio o também viciante BF: Vietnam e mais tarde o incrível BF2. Tudo isso no PC. O incrível é que sou péssimo jogando o multi-player do Modern Warfare, por exemplo, mas sempre fui muito bom na série Battlefield. Me adapto melhor ao estilo tático do que ao mata-mata.

Nos consoles, a série só se destacou realmente com as versões Bad Company. Foi incluída a ótima tecnologia de destruição de cenários, com a Engine Frost Bite, da DICE. A partir daí, acabou aquela história de se esconder de um blindado dentro de uma casa de tijolos. Muito bom !

Tenho me dedicado bastante ao jogo, na PSN, e tenho tido bons resultados. Estava postando uma breve contribuição no tópico oficial do jogo, no UOL Jogos e resolvi postar também aqui no blog:

Ficar entre os primeiros da equipe não é o mais importante. O que vale aqui é ganhar a batalha, mas é bom pontuar para evoluir a experiência. Tenho tido ótimas colocações e sempre sendo muito útil para a equipe.

Meus favoritos são a infantaria, especialidade com a qual mais faço pontos (matando e conquistando áreas) e sniper. Quando entrar num blindado, dê preferência à metralhadora que fica sobre o mesmo. Ontem fiz mais de mil pontos na mesma partida com ela, sempre apertando o select, antes, para spotar os inimigos “invisíveis”.

“Spotar” é muito importante neste jogo (mostrar aos membros da equipe onde estão os inimigos), principalmente quando se está a uma grande distância, como sniper. Aparece o sinal do inimigo em locais onde vc nem está vendo, devido a fumaça, por exemplo. Sem contar que ajuda muito a equipe. Se alguém matar o inimigo spotado, vc ganha 10 pontos ou 20, se o killer for da tua squad. Mesmo usando outra classe, também é importante fazê-lo. Fica mais fácil acompanhar o movimento do alvo, mesmo quando ele se esconde em casas ou arbustos.

Outra tática interessante é usar o UAV (veículo aéreo não tripulado, dirigido por controle remoto) . Coloque ele muito, muito alto, para não ser descoberto e fique  spotando inimigos.  Se atirar a esmo, será notado e derrubado. Misséis Hellfire só para blindagem e metralhadora só se o inimigo estiver parado. Mas mude de posição. Se vc mata um inimigo, aparece como morreu, então ele já vai renascer te procurando no céu. E o UAV é muito frágil.  Se a base em que estiver controlando o UAV for invadida, não deixe de deslocar o mesmo de volta para te proteger, uma vez que você fica totalmente vulnerável com a cara naquela telinha.

Diferente dos outros jogos da série, a área de captura está maior. Dá para circular em torno de uns 20 metros da mesma, evitando dar moleza para o time defensor. Não precisa mais ficar colado na bandeira. Atacar fazendo desbordamento é fundamental. Se a squad está atacando frontalmente, tome a iniciativa e pegue o inimigo pelo flanco.

Nunca vire esquinas de peito aberto, sem olhar antes, nunca atravesse ruas sem usar sprint, não corra no meio das estradas. Sempre pelo mato ou usando o interior das casas  para se desolcar. A não ser que você queira pegar uma viatura, ou esteja de sniper e queira ficar de longe, sempre renasça  dentro de sua esquadra. Às vezes estou perto de uma bandeira, mas não avanço, esperando alguém renascer perto de mim. A ofensiva tem maior chance de dar certo e a bandeira é arriada e hastiada mais rapidamente, de acordo com o efetivo próximo a ela. Também nunca corra na parte mais alta das colinas (lembre-se do ditado: “não dê sopa na crista”). Quando de sniper, não fique em posições óbvias (alto de torres, por exemplo). Prefira locais próximos a árvores, arbustos e pedras, de forma que não haja contraste entre você o cenário atrás. Dentro de construções, fique a alguns metros da janela. Nunca com a cara nela.

Verifique sempre o nível de energia dos amigos, se estiver como medico e de munição, se estiver de infantaria. Jogue as caixinhas sobre eles, para repor as cargas, espalhe-as em áreas de defesa. 10 pontos ou 20, se for membro de squad.

Não desperdice os ataques com o morteiro. Se for bem sucedido dá para fazer uma larga pontuação com um ataque apenas. Certifique-se que a viatura esteja parada. Dê preferência quando ela estiver presa no cenário ou engajada em um tiroteio fixo. São 30 pontos por avaria, 100 por destruição e mais 50 por inimigo morto dentro dela.

Tenho dado destaque ao que escrevi aí em cima, na minha forma de jogar e estou indo muito bem.

Alguns vídeos deste extraordinário multiplayer.

Este é o trailer da EA. Muito cinematográfico, como sempre foram os vídeos promocionais da série.  Não corresponde  ao que encontramos no jogo, obviamente, mas é bem legal:

Neste aqui o cara joga de sniper, como “lobo solitário”. Está num nível mais avançado, até porque ele está usando o rifle “Barret”. O cara é bom e joga em campo aberto. Prefiro usar esta classe em locais fixos e altos. Difícil jogar assim, como ele o faz:

Este corresponde ao que realmente o jogador encara, durante uma partida on-line. Motivador e viciante:

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Vídeo preview de Fallout – New Vegas

07/06/2010

A IGN liberou um vídeo que mostra um pouco da jogabilidade de Fallout: New Vegas. As imagens mostram que a engine será a mesma de Oblivion e Fallout 3. Não teremos melhorias gráficas, aparentemente.

Fallout 3 é certamente o jogo que mais ocupou o meu tempo, nesta geração. Concluí no Xbox 360 com mais de 100 horas, incluindo aí as side-quests e todas as expanções. Apesar de usar uma engine já datada, jogarei Fallout: New Vegas com louvor !

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Demon’s Souls – Playstation 3

25/05/2010

Você sabe que um jogo é difícil quando está morto na capa

Os games exclusivos da Sony são excelentes, disso ninguém duvida. Demon´s Souls faz parte desta seleçao. No ano passado várias publicações e sites votaram pelo jogo do ano. Minha supresa foi quando o conceituado site “gamespot” elegeu Demon’s Souls como o seu preferido em 2009. Um jogo da From Software (com assistência da SCE Japan Studio) que não foi lançado no ocidente. Fui me informar sobre o mesmo e obtive muitas referências, para o bem e para o mal: o jogo é um RPG espetacular, como há muito não se via, com ótimos gráficos (apesar de alguns não acharem), um cenário europeu-gótico-medieval, um sistema de controle eficiente, uma trilha sonora imersiva, um sistema on-line revolucionário e principalmente: é um dos jogos mais difíceis dos último anos.

Quem joga desde os primórdios do videogame deve lembrar daqueles games que nos faziam arrancar os cabelos e nos davam vontade de jogar o controle na parede (Ninja Gaiden 1, Battletoads, Shadow of the Beast…). A dificuldade e o desafio de vencer hordas de inimigos e derrotar grandes chefes de fase eram extremamente gratificantes. Não havia checkpoints nem era possível salvar. A morte quase sempre representava a volta ao início da fase ou mesmo a um ponto distante…e com os inimigos todos renascidos. Essa é mais ou menos a premissa de Demon’s Souls. Prepare-se para morrer. Muito !

Estou com minha cópia aqui e apenas no início. Mas já deu para sentir que não é um game para qualquer um. Insistência, persistência, controle emocional, paciência e saber lidar com a frustração são ingredientes importantíssimos para quem quer se aventurar no reino de Boletaria (é esse nome esquisito mesmo), que foi tomado por uma névoa acompanhada de demônios e só poderá ser libertado pela alma de um guerreiro.

Tem um tópico excelente no fórum UOL do usuário Lucsdf intitulado “Demon’s Souls – tudo sobre“. Recomendo muito a leitura. Lá ele explica toda a mecânica do jogo e faz uma espécie de diário, relatando cada momento que passa no jogo, com muito bom humor. Confesso que a leitura de seu texto foi o que me convenceu a comprar Demon’s Souls. Veremos se terei a mesma tenacidade do amigo lá do fórum.

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Killzone 2 – comentários

03/05/2010

Sei que o jogo é antigo, mas  meu ps3 é recente e tenho jogado franquias lançadas há algum tempo. Só queira deixar minha opinião sobre esse game.

Os gráficos são realmente incríveis. Muito comparou-se aos de Gears of War . Acho que artisticamente e em variedade os de Gears 2 prevalecem, mas tecnicamente como um todo, Killzone bate fácil. Modelagem e texturas excelentes, efeitos de luz e sombra perfeitos.  Mas o que mais me impressionou foram os modelos das armas, tanques, mech e blindados. Muito reais ! Tem um estágio sobre um trem de carga militar que é espetacular !!!  Os modelos dos personagens são muito detalhados.  Gostei muito do estilo nazista dos Helghasts. O Coronel Radec é nitidamente inspirado nos oficiais de Hittler.

Os inimigos têm a Inteligência Artificial  bem desenvolvida, chegando a caçar com tática de fogo de supressão e flanqueamento (que funciona)  . Em contra-partida, a IA dos seus companheiros pode ser chamada de burrice artificial. Chegam ao absurdo de   se jogarem contra o fogo inimigo sem proteção ! Até mesmo contra metralhadoreas fixas. É o jogo que melhor me passou a sensação de caos em combate, superando até mesmo Modern Warfare. Em diversos momentos me vi encurralado com minha esquadra, enfrentando hordas de Helghasts. Enquanto não forçávamos a aproximação, o combate não cessava. O uso de táticas militares é fundamental, antes de um deslocamento sob fogo cerrado. “Para onde vou ? Quando vou ? Como vou ?” . Uma fase cujo o objetivo é controlar uma ponte retrata muito bem isso. A jogabilidade é um pouco “real” e pesada, mas você se acostuma com o tempo . Não existe o artifício da mira automática, como na maioria dos FPS para consoles, atuais. Os olhos vermelhos e brilhantes dos Helgasts facilitam bastante a pontaria. Certamente isso foi feito propositalmente, pois o uniforme negro, com os cenários escuros tornariam os inimigos praticamente invisíveis, em muitos momentos. Acho que deveriam ter explorado mais o uso de armas de apoio, como morteiros ou mesmo o uso do mech (que é fantastico !), tornando o jogo menos cansativo.

O som é ótimo . As músicas são fiéis à toda  ação e são excelentes. Os efeitos sonoros magníficos ! A dublagem é competente, mas totalmente clichê no que se refere a jogos com temática militar.

Gráficos: 9,0 (só faltou mais variedade de cenários, para um 10. Tecnicamente perfeitos)
Jogabilidade: 8,5 (não aprovei muito aquele “peso” dos movimentos, algo mais parecido com Bad Company ou MW seria mais bem-vindo. O sitema de cover também não é muito eficiente)
Som: 10
Nota final (fun factor): 9,5

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God of War 3 – análise

15/04/2010

“The measure of a man is what he does with power.”

Finalmente coloquei as mãos  no jogo que mais me motivou a comprar um Playstation 3:  God of  War 3. A saga do guerreiro espartano Kratos encerra-se de forma magistral, superando todas as expectativas criadas em torno do seu aguardadíssimo lançamento.

Depois de matar Ares, o original Deus da Guerra e tomar seu lugar em GoW 1 e ser traído por Zeus, em GoW 2, GoW 3 começa onde termina o segundo jogo, com Kratos subindo o Monte Olimpo sobre o corpo de Gaia, a titã que lidera o contra-ataque aos deuses. Decorrente de uma abertura sensacional (o melhor início de jogo que já vi) e uma batalha de tirar o fôlego contra Poseidon, deus dos mares, Kratos despenca até a base do monte (o Underworld), para iniciar uma longa viagem de volta, até o topo, em busca da  tão desejada vingança contra Zeus.

É difícil para um gamer dinossauro como eu, que joga desde a época do Telejogo, indicar um game como o melhor da vida. Arrisco-me a dizer que GOW 3 é sim o melhor jogo que já tive a oportunidade e o privilégio de terminar. Tudo é perfeito: apesar de linear, como é característica da série, os cenários são gigantescos, homéricos, faraônicos, épicos… a jogabilidade é a mesma, com algumas melhorias muito bem vindas. Agora é possível agarrar um inimigo e usá-lo como escudo para “atropelar” os demais . Ótimo para sair de um tumulto ! Um novo comando permite uma  aproximação e choque contra o inimigo, apertando L1 + (). Também excelente para sair de situações complicadas. E ainda contamos com toda uma coletânea de combos que  vão aumentando em variedade e estilo, conforme adquiri-se novas armas e poderes e realiza-se upgrades com os pontos de experiência, característicos da série.

Tudo no jogo deve ser destacado: os gráficos são facilmente os melhores desta geração. Tanto tecnicamente como artisticamente. Os personagens são modelados nos mínimos detalhes. Kratos é sem dúvida o mais perfeito personagem humano já criado na história dos games. Na tela de menu, dá para ver em detalhes as expressões de seu rosto, os poros da pele e o olhar que transmite raiva e sede de vingança. O visual dos cenários é de arrepiar.

O som, uma marca registrada da série, é espetacular. Obrigatório o uso de um Home Theater para constatar isso. As músicas são empolgantes e combinam com cada momento da  ação, as dublagens perfeitas e os efeitos sonoros idem. Sinta a voz do Titan Chronos tremer sua sala, com um bom subwoofer.

A jogabilidade, como já disse, não mudou muito, mas foram acrescentados alguns detalhes que melhoraram muito a experiência. Um que me chamou a atenção foi que durante os Quick Time Events (ações programadas que correspondem a comandos de botões dados na hora certa) o botão a ser apertado aparece no canto correspondente à localização do mesmo no controle do PS3, facilitando muito o acerto e deixando a tela livre para vizualização completa da ação executada por Kratos. Também são raros nestes QTE os comandos dados por giros rápidos da alavanca. Eu particularmente  odiava isso. Ainda bem que foram praticamente excluídos. O que também foi muito melhorado, foram as interações de Kratos, particularmente nas finalizações dos bosses. A luta contra a forma humana de Poseidon, com a câmera mudando de 3ª para 1ª pessoa do mesmo, é um bom exemplo e ficou inacreditável. Você fica na perspectiva de quem está apanhando. Brutal ! Ocorre esse tipo de mudança na visão de formas variadas em outros momentos do jogo.  Os movimentos de Kratos, mais do que nunca, demonstram uma brutalidade imensa, cada golpe, cada finalização tem a marca da ira que alimenta o personagem.

E por falar em bosses, GoW 3 tem inquestionavelmente os mais incríveis chefes que já vi. Lutar contra Poseidon, Hades, Hermes e Cia é divertidíssimo. Destaque total vai para a luta contra Chronos. Uma das coisas mais sensacionais que fiz num videogame.

Vídeo a seguir  com spoiler fortíssimo. Batalha de Kratos contra Chronos. Se não quiser estragar a surpresa não assista !

Jogando God of War Collection, pude perceber que a série teve uma diminuída na dificuldade. Terminei os 3 jogos e posso dizer que os mesmos têm a dificuldade diminuída, por versão. Achei o game bem tranquilo, no modo normal. Se gostas de desafio, já comece no modo “Titan”. Se for insano, tente o modo “Chaos”, após desbloqueá-lo.

Sabemos do potencial do PS3 e o quanto é um videogame poderoso. Mas até então não havia nada que me fizesse realmente concluir sobre  sua superioridade em termos de títulos, ante seu arqui-rival, o Xbox 360, apesar de ótimos exclusivos no console da Sony. Odeio  guerra de consoles, até porque também tenho um X, mas God of War 3 é O jogo que sempre fará falta em qualquer videogame e que realmente fará você comprar um Playstation 3.  Histórico !

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Novo usuário do playstation 3 – comentários

15/03/2010

Quinta passada recebi meu playstation 3. 250 Gb de HD, cabo HDMI e um jogo apenas: Killzone 2. Vou fazer alguns comentários sobre meu novo brinquedo e dar uma inevitável comparada com xbox 360 Elite, que já tenho.

Colocando-o lado a lado com o Xbox 360 Elite , ponto para o console da Sony no design.  Estiloso, cor preta brilhosa, além de possuir luzes discretas. Eu já achava o PS3 “fat” mais bonito. O “slim” só veio prá ratificar minha opinião.

Para evitar as  temíveis 3RL, os coolers do meu Xbox 360 foram acelerados (veio assim da loja), para aumentar o resfriamento. Resultado: parece que tenho uma turbina na minha estante. Até me acostumei com o tempo, mas depois de jogar no PS3, ligar o Xbox, fica muito estranho. A culpa aqui nem é do X, mas que o PS3 é silencioso, ah isso é.

As atualizações constantes da LIVE deixaram o sistema operacional do Xbox 360 mais agradável, leve e bonito. Mas eu particularmente prefiro o estilo clean e ao mesmo tempo high tech da Dash do PS3. A Sony adotou o layout há muito tempo empregado no PSP. Muito estiloso e de fácil navegação.

Não tenho jogos multi-plataforma para ficar comparando e nem pretendo fazê-lo.  Até porque isso aqui é um blog, não um gamespot da vida, hehe. É de conhecimento do público gamer que muitos jogos ficam um pouco melhores no Xbox 360. Joguei um pouco do Killzone 2, um exclusivo do PS3,  e posso dizer que realmente os gráficos são espetaculares, mas também não os considerei tão superiores aos de Gears of War 2, por exemplo. Os efeitos de iluminação são bem  superiores, mas lembro de ter catado meu queixo do chão também, quando joguei o Gears.

Baixei algumas demos na PS Store. E, bem, realmente não dá prá negar. Eu me recusava a acreditar que havia tanta superioridade técnica nos exclusivos da Sony, mas as demos de Uncharted 2 (os gráficos mais bonitos que já vi, gerados por num console) e God of War 3 me deram a certeza absoluta do poder ainda muito sub-utilizado que as produtoras têm a explorar no PS3.  Ainda estou recuperando o fôlego após jogar a demo de GoW 3. Lembrando que uso uma Plasma Viera 42″ Full HD.

Não há duvidas quanto a superioridade da LIVE, da Microsoft, sobre a Playstation Network. Mas como eu era um usuário “basicão” da LIVE: apenas jogava on-line e baixava demos (nunca fui muito sociável, com conversinhas, jogar com galera…), a PSN está sendo mais vantajosa para mim, pois  me oferece todos os recursos que EU utilizava na LIVE, jogo sem lag e não pago nada por isso.

Comprei um cartão por paypal e enchi minha carteira virtual  com U$20,00. Comprei Battlefield 1943 por U$14,00 e desde então não peguei mais no Killzone. A Série Battlefield sempre foi uma religião para mim, no que se refere a jogos on-line. Joguei horas a fio, sem nenhum Lag, travando muitos combates aéreos sobre o pacífico. Viciante é pouco. E Battlefield: Bad Company 2 já está vindo pelo correio.

Acho que no atual estágio, ambos os consoles estão praticamente empatados. O Xbox 360 tem a vantagem de oferecer  uma rede mais robusta e com recursos que valem a ninharia paga anualmente, têm jogos multi-plataforma com gráficos levemente superiores (isto está mudando) e um joystick bem melhor que o Dual-shock 3. O PS 3 tem exclusivos que realmente fazem falta. Só a série Uncharted e God of War 3 já são bons exemplos de games que valem a compra do console. A PSN é uma  rede inferior à LIVE,  mas tem muitos recursos e agrada usuários menos exigentes, nesse aspecto, como eu, além de ser grátis.

O ideal é ter ambos os aparelhos, para usufruir ao máximo esta geração. Mas hoje, se eu tivesse que escolher apenas um, ficaria com o PS3 por uma cabeça de vantagem.

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Tom Clancy’s H.A.W.K. para o iPhone/iPod Touch

01/12/2009

Leia mais aqui no Rodrigo Toledo.

ETP: é impressionante como o IPhone se consolida como uma boa alternativa de videogame portátil. Não curto muito jogar em celular, mas já se sabe o quanto os lançamentos para essa plataforma diferem dos “joguinhos” simples para outros aparelhos, tornado-se muito mais próximos em qualidade ao que se vê no Sony PSP e no Nintendo DS.

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Assassin’s Creed: Bloodlines – Análise

01/12/2009

Assassin’s Creed: Bloodlines é o primeiro jogo da franquia no PSP. Foca na história de  Altair logo após os eventos de Assassin’s Creed. Eu já  havia comentado em outro post sobre a expectativa positiva sobre este game, principalmente pelos belos vídeos até então demonstrados.

Joguei por algumas horas e posso confirmar que realmente trata-se de um belíssimo jogo, considerando-se o hardware do PSP. Os cenários não são gigantescos como nos consoles de mesa, mas mesmo assim são enormes, com regiões separadas por loading times que, de tão rápidos, não proporcionam quebra na jogabilidade.

Adaptando-se a um portátil, que exige uma jogabilidade mais fluida e com objetivos rápidos, AC: Bloodlines possui poucas atividades paralelas. Basicamente você cumpre uma missão, vai até outro ponto, recebe outra e assim segue a história. Ponto positivo. Não consigo imaginar me preocupando com milhares de coisas para fazer num jogo para portátil, que para mim sempre foi um segundo ou terceiro videogame. Os itens coletáveis estão ali, para aqueles que adoram explorar cenários e também dá para salvar donzelas e escalar torres, mas sem o exagero em quantidade da versão original.

O que matou definitivamente o jogo foi a maldita falta de um controle analógico direito. Realmente não dá para jogar algo que se propõe a percorrer um cenário aberto sem controle de câmera. O sistema de luta é muito parecido com o do AC original. Acho que perderam uma boa oprtunidade de adaptar o sitema de AC II, que está anos-luz à frente. E não há a mesma fluidez de Altair durante os deslocamentos sobre as construções, ocorrendo algumas falhas em escaladas e saltos, proporcionando quedas desnecessárias.

Se você teve a oportunidade de jogar as versões para consoles, vai ser difícil conseguir levar AC: Bloodlines a sério. Se o PSP é o seu sistema principal, é a chance de experimentar um pouco da mitologia da série Assassin’s Creed. Só não espere nada fantástico. Apenas um game para curtir.

Méida do jogo no gamerankings,  por enquanto: 6,2

Na minha opinião, merece pelo menos um 7,0.

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Assassin’s Creed 2: Análise

22/11/2009

Bem amigos, depois de muita expectativa  frente aos reviews já lançados na internet, finalmente tive a oportunidade de jogar Assassin’s Creed 2. Na verdade estou tendo o privilégio. Posso resumir o que é o jogo desta forma: obra de arte.

Todas as sugestões foram ouvidas pelos desenvolvedores da Ubisoft e sinto  até uma certa tristeza em ver o quanto o título original poderia ter sido bom. Tudo que era ótimo em AC 1 foi mantido e tudo que era ruim foi retirado ou melhorado.

Ezio Auditore di Firenze é um jovem cuja família  sofre uma traição política e tem seu pai e irmãos executados na forca. Então inicia uma saga com sede de vingança e, com a ajuda de grandes aliados, como seu tio Mario (ótimo personagem) e Leonardo Da Vinci, aprende novas  técnicas, evolui suas habilidades e adquire armas e equipamentos,  tornando-se ao longo da história o Assassino Perfeito.

Os gráficos estão espetaculares. As cidades italianas onde a história se passa estão fotorealísiticas, mantendo o excelente padrão do primeiro jogo. A jogabilidade foi aprimorada. Tive a impressão de haver  maior agilidade para escalar as construções. Os combates estão mais divertidos e com movimentos mais fluidos e variados. A possibilidade de usar as armas dos inimigos foi uma bela adição. E, ao contrário de AC 1, as missões são muito (!) variadas e divertidas. Ao invés de apenas ficar coletando informação e matando pessoas, temos perseguição, exploração de catacumbas, escolta, além das já conhecidas missões secundárias, como coleta de itens (que eu particularmente não curto muito), corridas contra o tempo, uma interessante administração da Vila (local comandado pelo tio Mario) e outras bem legais.

A história é excelente e dá vontade de acompanhá-la nos mínimos detalhes, seja no contexto do roteiro, seja nos “links” que surgem a cada nova situação, como dados históricos sobre cidades,  contruções e personagens. Tudo com excepcional cuidado, tanto no conteúdo quanto no formato que são apresentados.

Um dos assuntos mais abordados nos foruns no final de ano é especular qual será o jogo do ano. Assassin’s Creed 2 tem tudo para levar o título. É um jogo para priorizar e curtir cada minuto. Um real respeito a cada centavo investido.

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