Arquivo da categoria ‘Seriados’

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Série: The Prisoner

19/11/2009

The Prisioner é um remake do seriado britânico de mesmo nome, produzido pela rede de TV americana AMC. Assisti os dois primeiros episódios, de um total de quatro, até agora exibidos. Me chamou muito a atenção o fato de termos no elenco o excelente Ian Mckellen, mais conhecido como Gandalf, ou Magneto :D e Jim Caviezel, AKA Jesus Cristo.

Tudo começa quando o personagem de Jim (número 6) acorda num grande deserto e presencia uma cena na qual um velho é perseguido por atiradores e cães. Após conseguir salvá-lo, a trama o direciona para uma região isolada chamada “A Vila”, lugarejo no qual todos os habitantes se conhecem e ao invés de nomes, são chamados por números. A cidadezinha parece uma mistura de Havana com Asa Branca (cidade do Roque Santeiro) e é comandada pelo número 2, personagem de Mckellen (ainda não sei quem é o número 1, mas desconfio).

As pessoas do lugar acreditam que A Vila é o único lugar habitado no mundo. Na verdade, até desconfiam que exitam outros lugares habitados, mas não têm a mínima  noção do que é o mundo real. Número 6 é o único que possui lembranças de uma “vida externa”, como habitante de Nova Iorque e inicia uma luta para fugir do local e convencer outras pessoas que estão presas num mundo irreal e limitador.

Li a análise do seriemanícos e confesso que, apesar de ter me deixado curioso, a série não me empolgou tanto quanto ao avalidador deles.

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Documentário: “Life after people”

17/11/2009



O programa “Life after People” (O mundo sem ninguém) do History Channel é um documentário dos mais interessantes. Parte da premissa inicial de  que repentinamente todos os seres humanos da face da Terra desaparecem. Então em cada programa uma metrópole do mundo é tomada como exemplo e é mostrado  como a mesma ficaria em um mês, seis meses, um, cinco, dez , cinquenta….. até dez mil anos… sem ninguém. Tudo embasado por especialistas em diversas áreas: biólogos, arquitetos, engenheiros, zoólogos, geólogos…

As simulações feitas em computação gráfica são muito bem feitas e transmitem realmente a sensação de abandono e solidão. Numa fase inicial mostra-se os efeitos simples da falta de manutenção das construções, a fuga de animas de zoológicos, a vegetação tomando conta das cidades. No final,  mal existem vestígios da passada existência  da humanidade. Um dos  episódios mostrou as Petronas Twin Towers 10.000 anos no futuro, ainda de pé, cercada por uma vasta floresta tropical. Uma cena impressionante.

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“V” – nova série

16/11/2009

V

Spoilers a seguir:

Semana passada estreou uma nova série no canal ABC.  Ao  ver o nome “V”, fiz um pré-conceito em achar que tratava-se de mais uma historinha de vampiros, tão na moda com essa onda teen  Crepúsculo. Pesquisando verifiquei que trata-se de V de “visitors”. Gostei da sinopse e corri atrás para assistir.

Numa dia normal a terra é visitada por 29 gigantescas espaçonaves, que pairam sobre as maiores cidades do mundo. A líder dos visitantes, Anna, fala através de gigantescas telas que se projetam sob as naves, que são pacíficos e que estão na Terra em busca de recursos naturais para a sobrevivência de seu planeta natal  e que pretendem, em troca, fornecer avanços tecnológicos inimagináveis aos humanos.

Erica Evans (Elizabeth Mitchell) é uma agente do FBI que investiga células terroristas e vê-se diretamente envolvida com os “V” ,  através de seu filho Tyler Evans, que se vê apaixonado por uma linda ET loira, Lisa, e pelo fato de haver alienígenas infiltrados em todos os escalões da sociedade, inclusive no próprio Buerau.

Padre Jack Landry (Joel Gretsch) torna-se  parceiro de Erica quando ambos se vêem envolvidos em um evento que desvenda o fato de os visitantes serem hostis e que planejam dominar a terra à médio prazo. Gostei de ver Joel nessa série. O mesmo foi um dos protagonistas da Série Taken, de Steven Spielberg e da já comentada aqui The 4400. Há inclusive uma clara referência  a esta numa passagem onde um endereço importante tem como número 4400.

Em Lost, Elizabeth Mitchel é meio sonsa e devagar. Em V pude verificar que a atriz é assim. Parece até que Juliet saiu da ilha e se tornou agente do FBI. Precisa de um tom mais agressivo para convencer neste novo papel.

A episódio piloto começa arrasador, porém, após baixar a poeira do contato imediato de terceiro grau, alguns furos são perceptíveis:

- Já se sabe que os visitantes são répteis hostis que clonam carne humana sobre as escamas.  Essa revelação foi muito prematura.

- A raça humana praticamente “abre as pernas” para os aliens, rapidamente dando-lhes boas vindas e carta branca para circularem livremente pelo planeta. O fato dos mesmos serem idênticos a nós mal foi questionado.

- Ao desvendar o segredo dos visitantes, achei muito esquisito uma agente especial do FBI falar em “formar uma resitência”. Acho que o procedimento correto seria investigar e denunciar que os belos e auto-proclamados pacíficos alienígenas são na verdade lagartos agressivos.

O começo do piloto me animou muito, mas depois pude verificar que V deve tornar-se uma dessas histórias cheias de ação absurda e furos inexplicáveis. Prefiro algo mais palpado em um roteiro inteligente. Vou continuar dando chance à essa nova série. Vamos ver até quando.

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Série – The 4400

13/11/2009

4400

Os 4400 (The 4400) é uma série de sci-fi que teve 4 temporadas, de 2004 a 2007.

Quando comecei a assitir Heroes, conheci a série The 4400 e logo após assistir o episódio piloto, corri atrás dos demais. Chegava a ver vários seguidos. Mas por que falei em Heroes ? Porque ambas têm premissas semelhantes. Você já vai entender.

Num dia aparentemente normal, um enorme objeto não identificado viaja em rota de colisão com a terra. Nações de todo o planeta enviam mísseis nucleares para destruí-lo mas não têm sem sucesso. Quando tudo leva a crer que o fim da humanidade está para acontecer,  a grande esfera de luz desacelera, pousa calmamente sobre um lago e dilui-se, revelando 4400 pessoas que no mínimo no há um  mês ou no máximo há 50 anos desapareceram sem deixar vestígios.

A série gira em torno da vida de algumas dessas 4400 pessoas que retornaram e agora têm de retomar a sua vida interrompida. Logo após serem liberados,  começam a experimentar novas e inexplicáveis habilidades. Está nas mãos de Tom Baldwin e Diana Skouris, dois agentes, descobrir o mistério por trás dos 4400. A linha mestra da história sugere que os 4400 foram abduzidos por seres humanos do futuro, por serem a única esperança de salvação da humanidade no seu tempo.

Infelizmente  a série foi cancelada em 2007, sem que tenha sido feito um episódio para finalizá-la. Se quiser assistir, eu recomendo, mas saiba que não haverá uma conclusão para a história.  Eu resolvi falar sobre The 4400 para ratificar o fato de que muitas vezes uma produção de menor custo pode ser muito melhor do que as de maior orçamento. Digo isso porque The 4400 supera muito Heroes. Leva tela de ouro com benevolência, pela qualidade da história.

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House – S06E06: “Known Unknowns”

12/11/2009

house

Não é a toa que House é a série mais assistida do mundo. É uma das poucas que mesmo os não serie-maníacos conhecem e assistem. A fórmula é antiga, mas funciona de forma perfeita a cada episódio.  Fica muito difícil imaginar um ator que não Hugh Laurie, no papel do médico ranzinza e anti-social que dá nome ao programa, sendo o mesmo o   responsável direto pelo sucesso e por seis temporadas consecutivas com altos índices na audiência.

O episódio da semana não deu tanto destaque ao caso médico, apesar do mesmo ter sido interessante. Li na Superinteressante deste mês sobre os profissionais responsáveis por bolar casos factíves pra cada um. Está cada vez mais difícil não tornar-se repetitivo. Talvez por isso esteja havendo um foco maior nos dramas pessoais de cada personagem.

Wilson, o oncologista e único amigo de House, tem uma crise de honestidade (característica sua já conhecida) e resolve defender a eutanásia num congresso médico. House o impede de destruir a própria carreira à sua peculiar maneira: o droga, o tranca no quarto do hotel sem as calças e ministra a palestra em seu lugar. Funciona.  Episódios  em que há grande interação entre os dois sempre rendem ótimas histórias.

Durante a conferência houve uma festa anos 80 na qual House confessa seus sentimentos a Cudy, só não contava que a diretora do hospital está comprometida.

Chase finalmente consegue contar para Cameron que a morte do ditador Dibala foi sua responsabilidade. Vamos ver como a esposa do médico australiano vai comportar-se a partir de agora. Vai ficar ao lado do marido ou terá uma crise de moral e ficará contra ele  ? Lembrando que a mesma era, inicialmente,  a favor da morte do ditador africano.

Mais um episódio platinado.

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Série – The Tudors

10/11/2009

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The Tudors é uma série que teve 3 temporadas (2007, 2008 e 2009) e é baseada na história de Henrique VIII da Inglaterra. A série foi criada por Michael Hirst e foi exibida pelo canal ShowTime. Eu já havia falado aqui no ETP sobre a série Rome, e destaquei a grandiosidade da produção. Considero The Tudors tão perfeita quanto.

Se você lembra das aulas de história, deve saber que a Igreja Anglicana foi originada na Inglaterra e teve como seu criador o próprio Henrique VIII. Casado com Catarina de Aragão, da Espanha, uma senhora, digamos, com atributos físicos pouco privilegiados, Henrique esbaldava-se em festas na corte e possuía inúmeras amantes. Não prendia-se à nenhuma, até o dia em que caiu nos encantos de Ana Bolena, uma dama de honra da rainha, mestre na arte da sedução. Perdidamente apaixonado, chegou ao ponto de assumir publicamente seu romance e, ao tentar divorciar-se, entrou em rota de colisão com Igreja Católica que como se sabe, tinha ilimitado poder sobre a vida política das nações européias, naquela época. Não aceitando a oposição do Papa, o monarca rompe com o Vaticano e funda sua própria religião, na qual o rei é a maior autoridade. O romance era a ponta do iceberg da conspiração arquitetada por protestantes infiltrados na corte que, inspirados pelos ideais de Martin Lutero, usavam sua influência sobre o rei. Destaque para o personagem Thomas Cromwell, brilhantemente interpretado por James Frain que, de secretário do rei, chega ao posto máximo de “Guardião do Selo Real”, tornando-se o arquiteto do processo de conversão religiosa da Inglaterra, com competência, ambição e requintes de crueldade.

Essa é a espinha dorsal que conduz a série. Em torno dela tem-se toda uma complexa rede de intrigas, jogos políticos, guerras, influência, conspiração, assassinatos e execuções (com realismo impressionante). Além de mulheres lindas (e interesseiras), sensualidade e muita sexualidade.

A corte era repleta de festas e muitas cenas ocorrem nesses eventos. O rei detinha realmente poder absoluto (daí o nome “monarquia absolutista”), apesar de haver um poder judiciário, que no final das contas, decidia segundo as vontades do monarca. Quando Henrique era anunciado, todos paravam e o reverenciavam, se dançava, todos aplaudiam, quando falava, todos ficam quietos e abaixam a cabeça. Sempre vencia nos jogos e escolhia a dedo as melhores mulheres. Mesmo as casadas.

Destaco também as belíssimas paisagens usadas como cenário para a Inglaterra do século XVI. O vídeo de abertura é um dos melhores que já vi, os cenários são perfeitos e a computação gráfica é amplamente usada para gerar cenários grandiosos.

Recomendo aos leitores do Em Tela Plana que assistam esta série, que é uma das melhores da história da televisão.

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Fringe – S02 E06 – “Earthling”

09/11/2009

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Fringe é atualmente minha série favorita. Se você não conhece, vou resumir: trata de casos que envolvem a dita “ciência da borda”, ou dependendo da interpretação: ciência marginal ou alternativa. Psicocinese, matéria escura, universos paralelos, telepatia, alterações do inconsciente, teletransporte, mutações genéticas, nano-tecnlogia, precognição, inteligência artificial…. uma lista infinita.
O tema de abertura é hipnotizante:

Um braço do FBI chamado divisão “Fringe”, liderada pelo agente Broyles, é responsável pelas investigações dos crimes que envolvem esse tipo de ciência. A agente Olivia Dunham, o cientista brilhante (e louco) Walter Bishop e seu filho, Peter (um altíssimo QI e ex-contraventor), compõem a equipe de “campo”.

A série apresenta episódios com temática alternada: um sempre abordando a mitologia que envolve a história (não vou explicar aqui, pois renderia um post gigante) e outro que conta um caso particular ou “o caso da semana”.

Spoilers a seguir:

No último episódio, os roteiristas extrapolaram na imaginação: um ex-cosmonauta russo numa viagem espacial é tomado por uma estranha criatura humanóide, de composição parecida com fumaça.
Com o hospedeiro em coma, a entidade sai de seu corpo e vaga a procura de pessoas que trabalham ou que estiveram expostas à altas doses de radiação, para “alimentar-se”. Ao atravessar o corpo de suas vítimas, as mesmas transformam-se em pó. O cosmonauta é mantido vivo por seu irmão, que o sequestrou das autoridades russas, e que mantém, através de choques elétricos, a criatura presa. A perda de controle e a ameaça de fuga da entidade provoca a correta reação do agente Broyles: matar o cosmonauta, como último rercurso.

Não foi um episódio dos melhores, mas Fringe é sempre uma ótima série.

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FlashForward – S01E07 – “The Gift”.

09/11/2009

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Fiquei devendo um vídeo sobre o seriado, no primeiro post . Este é um promocional:

Spoilers a seguir:
Flashforward deu uma bela guinada. Eu já gostava da série e parece que ficará muito melhor daqui para frente, agora que sabemos que o futuro visto durante o grande “apagão” pode ser alterado.

O agente Al vê em seu flashfoward que estará envolvido num homicídio culposo, que envolve uma jovem mãe solteira. Não suportando a pressão e querendo provar que o futuro pode sim, ser alterado, joga-se do alto do prédio do FBI, suicidando-se. No momento achei que algo iria acontecer, que alguém iria impedí-lo ou mesmo que ele cairia ridicularmente sobre a mulher que viria a matar. Mas nada disso aconteceu. E a morte de Al, apesar de triste, serviu como alívio e esperança para os demais personagens, principalmente para aqueles que tiveram uma má visão de seu futuro, ou para aqueles que não tiveram nenhuma.

O episódio também apontou para algo interessante: um grupo auto-intitulado “Live Ghosts”, que são pessoas que não tiveram flashfowards e que já consideram-se mortas. Reúnem-se em locais “underground” para participarem de rituais macabros que incluem tortura, uso de drogas e até mesmo suicídio.

Um dos melhores episódios deste seriado e serve como um divisor de águas na história.

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Série – Jericho.

06/11/2009

jericho

Quando Jake Green retorna para sua cidade natal, Jericho, após alguns anos afastado, todos são surpreendidos por uma série de explosões nucleares em solo americano, que destroem completamente todas as principais capitais dos Estados Unidos.

Os habitantes dessa pequena cidade do Kansas, não afetada diretamente pelas explosões, se vêm na dificílima situação de sobrevivência, privados de informação, comida, combustível, tendo que se unir para manter a ordem e proteger-se das ameaças externas, que incluem desde a atuação de milícias particulares à declaração de guerra de uma cidade vizinha.

O seriado aborda temas como terrismo, conspiração, espionagem, exércitos privados (assunto muito em pauta, principalmente após o lançamento do livro Black Water, que aborda a história e atuação da maior empresa de segurança privada do mundo, à serviço das Forças Armadas Americanas).

Houve duas temporadas, em 2006 e 2007 e um cancelamento abrupto. Felizmente a CBS teve o bom senso de produzir um episódio final, que não decepcionou.
O fracasso de audiência desse seriado é completamente injusto. Assistam aos trailers. Recomendo ! :)

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Heroes – S04E08 “Once Upon a Time In Texas”

04/11/2009

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Spoilers a seguir:

Depois de um episódio quase perfeito, como foi o 7º, era de se esperar que o 8º não mantivesse o mesmo padrão. Mas também não precisava cair tanto. Infelizmente quase 100% ficou entregue ao japonês Hiro, o personagem do qual menos gosto. Desta vez, manipulado por Samuel, o japa volta no tempo com o objetivo de salvar sua namorada, Charlie, que havia sido morta por Sylar, dentro daquela premissa que deve usar seus poderes para resolver problemas no passado e mudar o presente.

Nessas horas me dá saudades da série de filmes “De Volta para o Futuro”, onde o roteiro prevê, mesmo de forma engraçada, uma série de paradoxos que impedem, por exemplo, uma pessoa de encontrar-se consigo própria. Em Heroes nada disso existe e Hiro promove um tremendo balaio de gato temporal para conseguir desviar Sylar do caminho de sua amada. Depois da história confusa e cheia de arestas, Hiro se dá conta que caiu numa armadilha promovida por Samuel, que aprisiona Charlie no tempo e chatageia o japa para obter sua ajuda em seus planos obscuros.

O prêmio “herói da resitência” vai para Noah, que dispensou esse anjo aí embaixo:

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